Meninas de ouro
Só esclarecendo: Não. Esse post não é sobre o filme da Hillary Swank em que ela interpreta uma boxeadora.
Acompanhei entre doses de café e noites mal dormidas, todas as modalidades da já esquecida Olímpiada de Pequim. Tentei assistir a tudo que passava, revezando entre os canais de esporte em busca de melhores imagens, mas pra ser sincera, o único esporte que eu não perdi nem uma partidinha sequer, foi o vôlei feminino. Não por preferir essa modalidade, já que sou melhor jogando futebol mesmo, mas sim por gostar de assistir as meninas jogando, tecnicamente falando.
Minha história com a seleção feminina é antiga. Vem desde do time formado por jogadoras como Virna, Fernanda Venturini e Leila. Essa última, talvez, a verdadeira razão, do meu interesse em partidas de voleibol. Eu achava a Leila boa jogadora, além de bonita, claro. E eu gostava mais ainda do fato dela ser canhota, por ser meio raro nesse esporte. Chorei com elas em Atenas e fiquei chateada quando a Leila se aposentou das quadras. Não larguei as outras meninas, mas fui logo acompanhar a “canhotinha” agora nos jogos de praia.
A seleção foi se renovando e surgiram novos nomes. Fofão, Érica, Waleska, Fabiana, Paula Pequeno, Fabí, Jaqueline, Mari, Sheila.
Nessa altura eu já havia arranjado uma nova musa, que com certeza é unanimidade: a Mari. A menina tem porte de modelo e traços bem característicos de alemães e russos, uma herança genética. Nas quadras, fica o tempo todo com cara de séria e nas comemorações enquanto todas abrem um sorriso, ela se mantém focada no jogo. Foi chamada pela impresa de amarelona, pela derrota em Atenas, mas passou por cima. Tem milhares de tatuagens (o que pra mim é um atrativo) e piercings. Não se expõe muito na mídia e também não tem fotos daquelas com pouca roupa como tantas outras jogadoras. Por já ser tão bonita, é evidente que não precisa disso. E olha que eu nem sou muito aficcionada por loiras de olhos claros. rs
Como foi lindo ver o ouro em Pequim e a campanha maravilhosa que as meninas fizeram. E agora, mais uma vez acompanho as meninas de ouro, no Final Four. Sugiro que todos façam o mesmo… Garantia de uma partidona que é um colírio para os olhos. (isso foi total tiazona sapa, mas tá valendo. hahahaha)
Mari e Leila desde sempre, um incentivo ao esporte. (que aliás é SOMENTE o que quis dizer com esse post. rs)
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